Grupo de Jovens de Anjo

Vós sois o Sal da Terra a luz do mundo: no Evangelho de Marcos 9, 50

A mentira do aborto “seguro”

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Pax Christi irmãos! Por favor, leiam atentamente ao texto
abaixo e repassem ao máximo de pessoas que puderem! Mais uma vez
podemos ver a crueldade do aborto, um ato cruel que tenta invadir
nossas vida, fingindo ser algum beneficio matar um ser humano por
vontade de outros! Lutemos para salvar essa vidas inocentes!
Retirado do site do nosso amado Padre
Paulo Ricardo:
A mentira do aborto
“seguro”
O julgamento do Dr. Kermit Gosnell e as
denúncias contra clínicas da IPPF desmascaram a falácia do aborto
seguro

20130420-185804.jpg

Réplica de um bebê de 12 semanas de vida Você consegue
identificar a imagem acima? Trata-se da réplica de um bebê na 12a
semana de gestação. Como se pode observar, é um ser humano em
desenvolvimento, mas que já apresenta todas as características para
defini-lo como tal. Ninguém que tenha o mínimo de sensibilidade
poderia negar que aquele ser pertence à espécie humana e que possui
seu valor. No entanto, há quem professe o contrário e advogue a
morte dessas criaturas por serem, talvez, “biologicamente”
inferiores.

A recente decisão do Conselho Federal de Medicina de
defender a legalização do aborto até a 12a semana de gestação é,
neste sentido, no mínimo embaraçosa. Primeiro, porque a ideia de
aborto “legal e seguro” é falaciosa, pois ele sempre resulta em uma
morte. Segundo, porque os números de abortos apresentados pelo SUS
estão muito aquém daqueles propagados pelos grupos pró-escolha, na
intenção de criar um alarme sobre a saúde pública. Além disso, como
questiona a Dra. Lenise Garcia neste debate na TV Câmara, “o que se
muda da 12a semana para 13a terceira pra que na 12a ele (o feto)
não seja pessoa e na 13a terceira ele seja?”

Na verdade, o que se
pode observar é que propostas deste naipe funcionam mais como um
navio quebra-gelo para que, aos poucos, sejam introduzidas novas
possibilidades de abortamentos “seguros”. Foi assim que aconteceu
em outros países como Espanha e Portugal que hoje sofrem com uma
quantidade imensa de garotas que já se submeteram ao aborto. Isso
cria uma falsa sensação de segurança e o aborto passa a ser usado
como método contraceptivo e motor de indústrias do ramo.

Assim,
quando se cria uma cultura da morte, não importa se o aborto será
“seguro” ou “inseguro”, desde que ele seja feito. É o que ocorre,
por exemplo, no caso da pirataria. As moças que não recebem apoio
em caso de gravidez indesejada irão procurar o primeiro picareta
que estiver disposto a arrancar o filho de seu útero. E se o Estado
é negligente mesmo agora em que a lei proíbe o aborto, que dirá se
ele for legalizado? Quem impedirá essas mulheres de caírem nas mãos
de maus médicos e oportunistas?

20130420-185913.jpg
Dr. Kermit Gosnell O alarme deve
ser tocado, sobretudo quando ocorre nos Estados Unidos um dos
julgamentos mais dramáticos dos últimos anos. O caso do Dr. Kermit
Gosnell, acusado de matar bebês nascidos vivos, após tentativas de
abortos mal sucedidos, em sua clínica na Filadélfia, Estado da
Pensilvânia. Gosnell atendia mulheres que queriam abortar mesmo
depois da 24a semana de gestação, algo proibido pela lei estadual.
Não bastasse isso, além de não ser obstreta, nem ginecologista, o
médico realizava os procedimentos em péssimas condições higiênicas
e sanitárias. Os métodos usados por Kermit Gosnell eram, no mínimo,
chocantes. Segundo relatos de um ex-funcionário do aborteiro,
quando a criança nascia viva, o médico a decapitava, perfurando a
parte de trás do pescoço, a fim de cortar a medula espinhal da
criança. A polícia encontrou no local restos de 45 bebês, alguns em
latas de leite ou garrafas de água. Apesar da importância do
processo para o debate público sobre a questão, a mídia, de forma
geral, quase não tem dado atenção ao assunto. A Planned Parenthood
(IPPF) – a multinacional do aborto – também está na mira das
autoridades, desde que uma série de acusações sobre más condições
de suas clínicas surgiram no Estado de Delaware, Estados Unidos. De
acordo com relatos de ex-enfermeiras da IPPF, publicados no portal
Frontpage Mag, “Planned Parenthood precisa fechar suas portas,
precisa ser limpa”. “Aquilo simplesmente não é seguro, não tenho
como descrever o quão ridiculamente inseguro é”, declarou a
enfermeira Jayne Mitchell-Werbrich, que trabalhou no local. De
acordo com ela, até as mesas de cirurgias onde as pacientes se
deitavam não eram higienizadas, sequer limpas. O mesmo alegou outra
ex-enfermeira da clínica, Joyce Vasikonis: “Eles (os pacientes)
podem pegar hepatite, até AIDS”. Esses exemplos são suficientemente
claros para perceber o malicioso engodo da campanha pelo aborto
“legal e seguro”. Além da crueldade contra as crianças que serão
vítimas desse crime, as mulheres estarão submetidas a tratamentos
duvidosos que podem produzir sequelas para o resto da vida. Há que
se questionar, portanto, as reais intenções desses grupos
pró-escolha que, como se sabe, são fartamente financiados por
fundações internacionais interessadas no controle da natalidade. O
que parece é que se quer obter lucros à custa da miséria e do
sofrimento dos menos favorecidos. Isso não é preocupação com a
saúde pública, isso se chama oportunismo!

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Fiquem com Deus meus irmãos e que Nossa Mãe nos guarde em sua proteção!
Oremos para que o Espirita Santo de Deus traga a luz da verdade a esse mundo que agora tende em esquecer do verdadeiro amor!

Por: Cássia Akiko Kawamura

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