Grupo de Jovens de Anjo

Vós sois o Sal da Terra a luz do mundo: no Evangelho de Marcos 9, 50

Ajoelhar-se durante a consagração

1 comentário

A Paz de Cristo meus queridos!

Podemos ver durante as Missas em que participamos quanta coisa dentro da liturgia já foi mudada, agora parece que todos querem o que mais lhes agradar e se esquecem de que quem está ali presente é Deus, que merece o melhor que podemos oferecer. Percebemos isso facilmente nos cantos que são maioria marchinhas, passando longe do tão belo canto gregoriano proposto pelo Papa Gregório I(590 – 604) e sendo elevado ao status de Oficial na liturgia a partir da ascensão de Carlos Magno (800 d. C), ( desde seu surgimento que a música cristã foi uma oração cantada, que devia realizar-se não de forma puramente material, mas com devoção ou, como dizia Paulo (Apóstolo): “cantando a Deus em vosso coração”. O texto era, pois, a razão de ser do Canto Gregoriano. Na verdade, o canto do texto se baseia no princípio – segundo Santo Agostinho – de que “quem canta ora duas vezes”. O canto Gregoriano jamais poderá ser entendido sem o texto, o qual tem primazia sobre a melodia, e é quem dá sentido a esta. Por isso, ao interpretá-lo, os cantores devem haver compreendido bem o sentido dele. Em conseqüência, deve-se evitar qualquer impostação de voz de tipo operístico, em que se busca o destaque do intérprete. Deste canto procedem os modos gregorianos, que dão base à música ocidental. Deles vêm os modos maior (jônio) e menor (eólico), e outros cinco, menos conhecidos (dórico, frígio, lídio, mixolídio e lócrio); vemos também na maneira do padre se vestir, deixando de lado o digno e adotando o mais confortável, entre tantas outras coisas como receber o Corpo de Cristo de pé e nas mãos, etc.
Neste post vamos falar sobre se ajoelhar na hora da consagração. Este material foi retirado do site do nosso querido Pe Paulo Ricardo, que sempre tem nos ajudado em nossas várias dúvidas. Que Deus o abençoe!

Leiam abaixo:

Assim está escrito: “para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.”
(Fl 2,10)

Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.

Por que, então, surge a tendência entre os liturgistas de que não é necessário mais ajoelhar-se no momento da consagração eucarística? Alguns alegam razões históricas, razões contrárias à Tradição e tentam, de diversas maneiras, justificar o que não tem justificativa. Eles têm razões, mas não tem razão. A liturgia é regida por leis e estas leis devem ser obedecidas, tudo o mais se torna irrelevante diante dessa realidade.

Assim, é preciso analisar se essa nova tendência provém de algum documento oficial ou se faz parte da protestantização da fé católica, com a comunhão em pé e na mão, diminuição dos símbolos sacros na Santa Missa (como o latim, o canto gregoriano etc.), tudo isso culminando na transformação do sacrifício incruento de Nosso Senhor Jesus Cristo numa simples partilha, deixando de crer na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.

Não querer ajoelhar-se diante do Deus Vivo e presente na Eucaristia é sinal de que algo desordenado está tomando conta da Igreja. O cristão católico que conhece a sua religião e sabe a importância da adesão ao Magistério da Igreja, à fé dos Apóstolos e às Sagradas Escrituras jamais deixará de enxergar no pão e no vinho consagrados a presença real Daquele que está vivo no meio nós.

Assistam ao vídeo:

Graças a Deus a Santa Missa não perde o seu valor, pois Cristo está presente nela, porém a nossa Igreja Católica carrega consigo uma litúrgia maravilhosa, que faz com que nos arrepiemos na presença de Deus! Entrar na casa do Pai e exaltá-Lo com belos cantos gregorianos, olhar para o altar e não ver homem algum, mas o próprio Senhor Jesus Cristo fazendo-se ali pastor através do sacerdote, ajoelhar-se diante Daquele que é o Rei dos Reis e depois ainda ter a graça de recebê-lo prostado de joelhos, sabendo que Ele é muito mais do que merecemos e é ali que fazemos perfeita comunhão com o Pai são coisas que não podemos deixar acabar. Estamos ali por Deus e devemos fazer o nosso melhor para Ele e não para a nossa vontade assim como dizemos quando rezemos o PAI NOSSO, “seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu”.

Fiquem com Deus e que nossa Mãe Maria sempre interceda pela nossa salvação!

Um pensamento sobre “Ajoelhar-se durante a consagração

  1. Com certeza, nós católicos não podemos nos esquecer do amor e devoção ao nosso Amado Jesus Sacrametado e começarmos a fazer a “nossa religião” seguindo nossos preceitos ao invés da Santa Igreja Católica. Abraços, Marco

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