Grupo de Jovens de Anjo

Vós sois o Sal da Terra a luz do mundo: no Evangelho de Marcos 9, 50


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Primeira Comunhão 2013- Igreja Católica de Anjo

Pax Christi irmãos!

Quanto tempo hem? rs
Desculpem pela demora em atualizar o blog!

No post de hoje estarei colocando as fotos da Primeira Comunhão da minha primeira turma de Catequese!
Doze crianças receberam a Primeira Comunhão no dia 7 de Abril, no primeiro domingo após o da Páscoa, quando a Igreja celebra a Festa da Divinda Misericórdia, um dia maravilhoso para se receber pela primeira vez o Corpo de Cristo!
Pois é, tive essa grande graça de poder me tornar uma Catequista. No ano passado, a minha madrinha de Crisma, Simone, me chamou para treinar para ser Catequista com ela, que já dava Catequese há alguns anos!
Fiquei muito alegre e sentia que era Deus me capacitando para isso! E não teve erro! Cresci muito com essas crianças maravilhosas!

Então, agradeço muito a Deus por ter me dado a capacidade, agradeço a minha madrinha que confiou em mim para essa missão, aos pais e as crianças que passaram um ano conosco!
Obrigada mesmo!

Deus nao escolhe os capacitados mas capacita os escolhidos! Agora sim, entendo o significado desta frase!
Não importa suas capacidades perante o homem, pois Deus faz de você um grande guerreiro se Ele quiser e você aceitar essa vontade.

Na nossa vida, tudo o que fizermos deve ser feito na oração, com Deus em primeiro lugar. Se for da vontade Dele, você será capaz de fazer e acontecerá no tempo certo.
Tivemos 12 crianças na Catequese entre os anos de 2012 e 2013 na Igreja Católica de Anjo. E cada catequese foi muito especial, eu aprendi muito buscando ensinar e pude sentir a alegria de falar de Deus, ensinar a Verdade Única para eles.
Mas, eu tive um Catequista maravilhosa ao meu lado que me ajudou e ensinou muito!
Creio firmemente que Deus se alegrou muito, que o Espirito Santo estava ali em todos os encontros, assim como Nossa Mãe Maria, e que essas crianças já estão no caminho da Salvação!

Que Deus abençoe estas crianças e suas familias! Que Ele não permita que nada corrompa os corações já firmados em Deus, que as famílias busquem cada vez mais os sacramentos, a santidade e a vida em comunidade, comunidade de Cristo!

É dificil dizer o quanto foi bom, pois é uma alegria que transborda pelo olhos. Quando vi aquelas crianças recebendo pela primeira vez o próprio Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, meu coração gritava de alegria!
Eu senti ali um pouco do céu, era como se fosse a visão de um milagre, algo que não se explica, apenas se aprecia e agradece!
Quem dera todas as crianças do mundo poderem ter essa graça!

Estarei me esforçando muito para doar minha vida a Deus e ser testemunha Dele perante os homens! Rezemos irmãos para isso, sejamos dedicados a Deus, pois é isso que recebemos, é a honra de poder ser do céu!
Rezemos pelas novas gerações, pelos missionários  e por aqueles que ainda não conhecem a Luz , a Verdade e a Vida.

Abaixo deixo as fotos para vocês:

Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo Primeira Comunhao Igreja Catolica de Anjo

Estaremos começando sempre como novas turmas, então por favor, não deixe seus filhos, amigos ou conhecidos deles sem este sacramento!
Fale conosco para a Catequese de crianças ou adultos. Sinta-se a vontade para tirar todas as suas dúvidas!

Que Deus os abençoe e que Nossa Senhora os guarde!
Venha participar da Santa Missa todos os Domingos as 19 horas!

Por: Cássia Akiko Kawamura


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A mentira do aborto “seguro”

Pax Christi irmãos! Por favor, leiam atentamente ao texto
abaixo e repassem ao máximo de pessoas que puderem! Mais uma vez
podemos ver a crueldade do aborto, um ato cruel que tenta invadir
nossas vida, fingindo ser algum beneficio matar um ser humano por
vontade de outros! Lutemos para salvar essa vidas inocentes!
Retirado do site do nosso amado Padre
Paulo Ricardo:
A mentira do aborto
“seguro”
O julgamento do Dr. Kermit Gosnell e as
denúncias contra clínicas da IPPF desmascaram a falácia do aborto
seguro

20130420-185804.jpg

Réplica de um bebê de 12 semanas de vida Você consegue
identificar a imagem acima? Trata-se da réplica de um bebê na 12a
semana de gestação. Como se pode observar, é um ser humano em
desenvolvimento, mas que já apresenta todas as características para
defini-lo como tal. Ninguém que tenha o mínimo de sensibilidade
poderia negar que aquele ser pertence à espécie humana e que possui
seu valor. No entanto, há quem professe o contrário e advogue a
morte dessas criaturas por serem, talvez, “biologicamente”
inferiores.

A recente decisão do Conselho Federal de Medicina de
defender a legalização do aborto até a 12a semana de gestação é,
neste sentido, no mínimo embaraçosa. Primeiro, porque a ideia de
aborto “legal e seguro” é falaciosa, pois ele sempre resulta em uma
morte. Segundo, porque os números de abortos apresentados pelo SUS
estão muito aquém daqueles propagados pelos grupos pró-escolha, na
intenção de criar um alarme sobre a saúde pública. Além disso, como
questiona a Dra. Lenise Garcia neste debate na TV Câmara, “o que se
muda da 12a semana para 13a terceira pra que na 12a ele (o feto)
não seja pessoa e na 13a terceira ele seja?”

Na verdade, o que se
pode observar é que propostas deste naipe funcionam mais como um
navio quebra-gelo para que, aos poucos, sejam introduzidas novas
possibilidades de abortamentos “seguros”. Foi assim que aconteceu
em outros países como Espanha e Portugal que hoje sofrem com uma
quantidade imensa de garotas que já se submeteram ao aborto. Isso
cria uma falsa sensação de segurança e o aborto passa a ser usado
como método contraceptivo e motor de indústrias do ramo.

Assim,
quando se cria uma cultura da morte, não importa se o aborto será
“seguro” ou “inseguro”, desde que ele seja feito. É o que ocorre,
por exemplo, no caso da pirataria. As moças que não recebem apoio
em caso de gravidez indesejada irão procurar o primeiro picareta
que estiver disposto a arrancar o filho de seu útero. E se o Estado
é negligente mesmo agora em que a lei proíbe o aborto, que dirá se
ele for legalizado? Quem impedirá essas mulheres de caírem nas mãos
de maus médicos e oportunistas?

20130420-185913.jpg
Dr. Kermit Gosnell O alarme deve
ser tocado, sobretudo quando ocorre nos Estados Unidos um dos
julgamentos mais dramáticos dos últimos anos. O caso do Dr. Kermit
Gosnell, acusado de matar bebês nascidos vivos, após tentativas de
abortos mal sucedidos, em sua clínica na Filadélfia, Estado da
Pensilvânia. Gosnell atendia mulheres que queriam abortar mesmo
depois da 24a semana de gestação, algo proibido pela lei estadual.
Não bastasse isso, além de não ser obstreta, nem ginecologista, o
médico realizava os procedimentos em péssimas condições higiênicas
e sanitárias. Os métodos usados por Kermit Gosnell eram, no mínimo,
chocantes. Segundo relatos de um ex-funcionário do aborteiro,
quando a criança nascia viva, o médico a decapitava, perfurando a
parte de trás do pescoço, a fim de cortar a medula espinhal da
criança. A polícia encontrou no local restos de 45 bebês, alguns em
latas de leite ou garrafas de água. Apesar da importância do
processo para o debate público sobre a questão, a mídia, de forma
geral, quase não tem dado atenção ao assunto. A Planned Parenthood
(IPPF) – a multinacional do aborto – também está na mira das
autoridades, desde que uma série de acusações sobre más condições
de suas clínicas surgiram no Estado de Delaware, Estados Unidos. De
acordo com relatos de ex-enfermeiras da IPPF, publicados no portal
Frontpage Mag, “Planned Parenthood precisa fechar suas portas,
precisa ser limpa”. “Aquilo simplesmente não é seguro, não tenho
como descrever o quão ridiculamente inseguro é”, declarou a
enfermeira Jayne Mitchell-Werbrich, que trabalhou no local. De
acordo com ela, até as mesas de cirurgias onde as pacientes se
deitavam não eram higienizadas, sequer limpas. O mesmo alegou outra
ex-enfermeira da clínica, Joyce Vasikonis: “Eles (os pacientes)
podem pegar hepatite, até AIDS”. Esses exemplos são suficientemente
claros para perceber o malicioso engodo da campanha pelo aborto
“legal e seguro”. Além da crueldade contra as crianças que serão
vítimas desse crime, as mulheres estarão submetidas a tratamentos
duvidosos que podem produzir sequelas para o resto da vida. Há que
se questionar, portanto, as reais intenções desses grupos
pró-escolha que, como se sabe, são fartamente financiados por
fundações internacionais interessadas no controle da natalidade. O
que parece é que se quer obter lucros à custa da miséria e do
sofrimento dos menos favorecidos. Isso não é preocupação com a
saúde pública, isso se chama oportunismo!

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Fiquem com Deus meus irmãos e que Nossa Mãe nos guarde em sua proteção!
Oremos para que o Espirita Santo de Deus traga a luz da verdade a esse mundo que agora tende em esquecer do verdadeiro amor!

Por: Cássia Akiko Kawamura


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A santidade é obra da graça

Paz de Cristo amados irmãos! Encontrei este texto
interessantíssimo sobre a verdadeira santidade, ele se inicia com
uma história de conversão, que posso dizer que é muito intrigante,
e termina com as palavras grandes e sábias palavras de São Paulo
respondendo como se expressa a verdadeira santidade!
A verdadeira santidade A santidade é
obra da graça (Cl 2.6,7) Para que sejamos uma geração que marca na
hora da conquista, é imprescindível que vivamos a verdadeira
santidade. Ninguém, na história da igreja, fez grandes conquistas
sem viver a verdadeira santidade. Don Richardson foi um grande
missionário do século XX. Numa das suas preleções, ele contou a
história da conversão de um povo que vivia na Nova Guiné (um país
que fica próximo à Austrália). Esse povo era conhecido como
“Dunis”, e viviam, em pleno século XX, como se estivessem na Idade
da Pedra. Eles jamais tinham tido qualquer contato com alguma
pessoa civilizada, e portanto, nunca tinham tido contato com o
evangelho. Uma característica dos “Dunis” que chamou a atenção dos
missionários era que 90 a 95 por cento das pessoas daquele povo
tinham menos do que cinco dedos nas mãos; alguns tinham apenas dois
dedos na mão esquerda e três na direita. Aquilo intrigou os
missionários, mas eles não obtiveram uma resposta para aquele fato
até que morreu uma pessoa da tribo. O ritual fúnebre praticado
pelos Dunis era bastante singular. Os mortos não eram enterrados;
eles eram colocados em uma grande mesa feita de pedras e ali eram
queimados. Toda a família, desde o mais novo até o mais idoso, saía
de diante da mesa de cremação e seguia em direção a uma mesa de
madeira. Atrás dessa outra mesa ficava um membro da tribo com uma
pedra bastante afiada nas mãos, e ali os membros da família do
falecido estendiam uma das mãos, colocavam-na sobre a mesa e tinham
uma das falanges do dedo cortada fora. Isso assustou os
missionários, mas também os fez entender o porquê das pessoas terem
menos de cinco dedos nas mãos: eles descobriram que essa prática se
relacionava com a busca de Deus. Aquelas pessoas ansiavam por Deus,
e imaginavam que Deus só se encontraria com elas depois de terem
sofrido bastante. Por isso, sempre que possível, elas aumentavam
seu próprio sofrimento. Quantas pessoas não estão vivendo assim nos
dias de hoje, buscando o sofrimento como um meio de se encontrarem
com Deus, se esforçando em si mesmas para alcançarem a salvação e a
santidade? A santidade é obra da graça (Cl
2.6,7)
Paulo diz: Ora, como recebestes Cristo Jesus
(…). Isso se deu quando aquelas pessoas ouviram e entenderam a
graça de Deus (Cl 1.6), não mediante o esforço delas mesmas ou
porque eram virtuosas, cheias de qualidades ou boas em si mesmas.
Elas reconheceram que seus esforços, suas virtudes, suas boas obras
e seus sofrimentos não acrescentavam nada para sua salvação; por
isso, desistiram de tentar fazer alguma coisa e se entregaram
completamente a Deus, mesmo vazias, derrotadas e frustradas consigo
mesmas, porém confiantes de que se elas não puderam fazer nada para
conquistar a salvação, Deus era poderoso para salvá-las. A
salvação, portanto, caracteriza-se por um ato de entrega e de
confiança no amor e na provisão de Deus. Só recebe a Cristo aquele
que se esvazia de si mesmo, entregando-se completamente a Deus. O
texto continua, dizendo: Ora, como recebestes Cristo Jesus, o
Senhor, assim andai nele (…). Paulo fala aqui sobre dois processos
que acontecem na vida do cristão: salvação e santificação. A
salvação vem pela graça. E a santificação vem da mesma forma,
segundo o texto. Portanto, é a graça de Deus que nos salva e nos
santifica. A verdadeira santidade
Como se expressa a verdadeira santidade?
O apóstolo Paulo responde a essa pergunta de
maneira muito didática. Primeiro, ele mostra como não se expressa a
verdadeira santidade, e depois faz o oposto: Cl 1.8: “Cuidado, que
ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas,
conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e
não segundo Cristo”. Para entendermos melhor o que Paulo está
querendo dizer, é importante entendermos o significado da palavra
“filosofia”. Aqui, filosofia não diz respeito aos pensamentos que
excluem Deus, nem a um curso universitário. Josefo, um historiador
do tempo dos apóstolos, disse: “Existem três formas de filosofia
entre os judeus: os seguidores da primeira escola são chamados
fariseus, os da segunda, saduceus, e os da terceira, essênios”.
Assim, “filosofia”, no texto, significa qualquer tipo de
conhecimento acumulado sobre Deus ou sobre qualquer outro assunto.
Segundo Paulo, a verdadeira santidade não é comprovada pelo
conhecimento que uma pessoa consegue acumular. Os fariseus, por
exemplo, tinham um vasto conhecimento sobre Deus, mas Jesus os
chamou certa vez de filhos do diabo (Jo 8.44). É impossível que
algum filho do diabo apresente santidade. O próprio diabo também
conhece a Escritura, mas para ele está reservado o fogo do inferno.
Paulo faz ainda um segundo alerta: Cl 2.16: “Ninguém, pois, vos
julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova
ou sábados”. O alerta de Paulo é contra o engano promovido pela
vida de devoção. Muitas pessoas imaginam-se vivendo a verdadeira
santidade pelo fato de expressarem, com muita intensidade, o
comportamento religioso. Nos tempos de Paulo, as pessoas imaginavam
que a verdadeira santidade era evidenciada se a pessoa fizesse
distinção entre alimentos e alimentos, ou se ela prezasse o
comparecer a eventos religiosos. Os fariseus agiam dessa maneira,
mas Jesus lhes disse: “Ai de vos, escribas e fariseus, hipócritas,
porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois não entrais
nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um
prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes
mais do que vós” (Mt 23.13,15). Mas ninguém é mais santo porque
deixa de comer isso ou de beber aquilo, ou porque participa desse
ou daquele evento. Por fim, Paulo faz um último alerta: Cl 2.18:
“Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e
culto dos anjos, baseando-se em visões”. Aqui, Paulo afirma que as
experiências sobrenaturais ou místicas não são um sinal que
comprova a verdadeira santidade. As pessoas ali estavam vendo e
adorando anjos. Por imaginarem que Deus era inacessível, elas
começaram a buscar ajuda e revelação de anjos, as tiveram. Miguel,
o líder das hostes angelicais, era largamente adorado na Ásia Menor
e a ele eram atribuídas muitas curas miraculosas. Com base nessas
visões, muitos imaginavam-se espirituais, andando na verdadeira
santidade. A essas pessoas Paulo diz não. Jesus mesmo chegou a
afirmar: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino
dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos
céus. Muitos naquele dia hão de dizer-me: Senhor, Senhor!
Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não
expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de
mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23). Concluindo, Paulo
diz: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria…todavia,
não têm valor algum contra a sensualidade” (Cl 2.23). Apesar de
parecerem sinais da verdadeira santidade, essas referidas práticas
e expressões não conseguem refrear os impulsos da carne; antes,
muito facilmente os promovem. Os sinais que comprovam a verdadeira
santidade Cl 3.1-3: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente
com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive,
assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas
que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta
juntamente com Cristo, em Deus”. Aqui, Paulo faz uma afirmação
condicional. Ele diz que se as pessoas morreram em Cristo e com ele
ressuscitaram, então necessariamente uma mudança se operou na vida
delas. E essa mudança as leva a viver um novo estilo de vida, a que
podemos chamar de santidade. Cl 3.2: “Pensai nas coisas lá do alto,
não nas que são aqui da terra”. O primeiro sinal da verdadeira
santidade é o anseio pelas coisas celestiais. Aquele que nasceu de
novo, que vive em santidade, anseia por Deus mais do que por todas
as outras coisas. Contudo, o anseio por Deus é um aspecto
subjetivo, que não pode ser medido muito facilmente. Por outro
lado, o anseio por Deus leva a pessoa a tomar naturalmente duas
atitudes práticas, que facilmente podem ser medidas. Cl 3.5:
“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição,
impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é
idolatria”. A verdadeira santidade, além do anseio por Deus, se
expressa por meio da morte do velho homem. Aqui, Paulo enumera
cinco vícios da carne, que são destruídos pelo que é santo. O
primeiro vício colocado nessa lista é a prostituição, que se refere
à toda relação sexual ilegal e ilícita, e portanto envolve o
adultério, a fornicação (o sexo antes do casamento), a bestialidade
e outras formas de relação sexual que são anti-naturais e
anti-bíblicas. Aquele que vive em santidade vai matando
progressivamente esse vício em sua vida. A seguir, o apóstolo Paulo
fala da impureza. Aquele que vive em verdadeira santidade se
esforça para deixar de lado os maus intentos do coração, os maus
pensamentos e as inclinações da carne: a pornografia, os atos
libidinosos e a masturbação. Paulo continua a lista daquilo que o
santo faz morrer. Ele faz morrer a paixão lasciva, o desejo maligno
e a avareza. Paixão lasciva e desejo maligno têm praticamente o
mesmo sentido, e significam todo tipo de desejo que não é voltado
para Deus. Assim, aquele que tem os olhos voltados para as coisas
materiais está alimentando desejos malignos no coração. Essa busca
por admiração pode se dar até mesmo em relação a coisas
espirituais. Há pessoas que oram não porque amam a Deus, mas sim
porque desejam receber a admiração de outras pessoas, que as chamam
de espirituais. O mesmo pode acontecer no tocante à leitura da
Bíblia e ao jejum. O último vício enumerado por Paulo é a avareza.
Nesse texto, avareza não se restringe ao amor ao dinheiro; antes,
abrange todo tipo de busca do bem pessoal por egoísmo. Portanto,
tudo o que a pessoa faz pensando em si mesma e não em Deus é uma
forma de egoísmo. Em outras palavras, ela se coloca no lugar de
Deus e, portanto, promove a idolatria. Paulo diz que aquele que
vive a verdadeira santidade dia após dia mata todos esses vícios.
Ele não permanece na passividade, mas sempre busca a força que
Jesus lhe pode dar. Por fim, Paulo apresenta outro sinal que
comprova a verdadeira santidade. Cl 3.12: “Revesti-vos, pois, como
eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia,
de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. A
verdadeira santidade se expressa por meio do revestimento de
Cristo. Aquele que é santo se torna, a cada dia, mais parecido com
Jesus. Paulo enumera algumas das expressões da vida de Jesus. Ele
diz que a verdadeira santidade se revela na misericórdia, na
bondade, na humildade, na mansidão e na longanimidade. A
misericórdia aponta para a compaixão de um ser humano para com
outro. Aquele que é misericordioso nunca é acusador e nem crítico;
antes, ele se oferece para ajudar e auxiliar aquele que está em
situação de miséria. Por isso, ele é também bondoso. Sem dúvida, a
bondade é um reflexo da humildade que existe no coração daquele que
é santo. Ele sabe que o seu coração é enganoso, e que ele não é
melhor do que qualquer outra pessoa. Antes, ele reconhece que é
Deus quem o sustenta; por isso, ele também é uma pessoa mansa. A
mansidão é uma característica na vida daqueles que reconhecem que
suas vidas estão inteiramente nas mãos de Deus. Eles sabem que se
algo não aconteceu do modo como eles esperavam, eles não devem se
desanimar ou murmurar; antes, devem confiar em Deus, que faz todas
as coisas de modo perfeito. Naturalmente, a mansidão conduz à
longanimidade. Aquele que é verdadeiramente santo é paciente. Ele
sabe que Deus vai fazer as coisas no tempo certo; por isso, ele
descansa em Deus. Todas essas expressões existiam na vida de Jesus.
Aquele que anda na verdadeira santidade as possui na sua vida, e a
cada dia ele se torna mais parecido com Jesus.

20130328-194629.jpg Fonte: Diante do Trono Deus os abençoe! Rogai por
nós Santa Mãe de Deus para saibamos viver a verdadeira santidade!
Cássia Akiko Kawamura


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A Semana Santa segundo o Catecismo da Igreja Católica

Pax Christi!

IMPORTÂNCIA DA SEMANA SANTA SEGUNDO O

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
A páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a “festa das festas”, “solenidade das solenidades”, como a Eucaristia é o sacramento dos sacramentos (o grande sacramento). Santo Atanásio a denomina “o grande domingo como a semana santa é chamada no Oriente “a grande semana”. O mistério da ressurreição, no qual Cristo esmagou a morte, penetra nosso velho tempo com sua poderosa energia até que tudo lhe seja submetido. (CIC 1169)

A entrada de Jesus em Jerusalém manifesta a vinda do Reino que o Rei-Messias vai realizar pela Páscoa de sua Morte e de sua Ressurreição. E com sua celebração, no Domingo de Ramos, que a liturgia da Igreja abre a grande Semana Santa.  (CIC 560)

 
No Concílio de Nicéia (em 325), todas as Igrejas chegaram a um acordo acerca de que a páscoa cristã fosse celebrada no domingo que segue a lua cheia (14 Nisan) depois do equinócio de primavera. Por causa dos diversos métodos utilizados para calcular o dia 14 de mês de Nisan, o dia da Páscoa nem sempre ocorre simultaneamente nas Igrejas ocidentais e orientais. Por isso busca-se um acordo, a fim de se chegar novamente a celebrar em uma data comum o dia da Ressurreição do Senhor. (CIC 1170)

RESUMINDO

561 “Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: seus silêncios, seus milagres, seus gestos, sua oração, seu amor ao homem, sua predileção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício total na Cruz pela redenção do mundo, Sua Ressurreição constituem a atuação de sua palavra e o cumprimento da Revelação.
562 Os discípulos de Cristo devem conformar-se com Ele até Ele se formar neles” É por isso que somos inseridos nos mistérios de sua vida, com Ele configurados, com Ele mortos e com Ele ressuscitados, até que com Ele reinemos.
563 “Seja pastor, seja mago, não se pode atingir a Deus na terra senão ajoelhando-se diante da manjedoura de Belém e adorando-o escondido na fraqueza de uma criança.
564 Por sua submissão a Maria e José, assim como por seu humilde trabalho durante longos anos em Nazaré, Jesus nos dá o exemplo da santidade na vida cotidiana da família e do trabalho.
565 Desde o início de sua vida pública, em seu Batismo, Jesus é o “Servo”, inteiramente consagrado à obra redentora que se realizará pelo “Batismo” de sua paixão.
566 A tentação no deserto mostra Jesus, Messias humilde que triunfa sobre Satanás por sua total adesão ao desígnio de salvação querido pelo Pai.
567 O Reino dos céus foi inaugurado na terra por Cristo. “Manifesta-se lucidamente aos homens na palavra, nas obras e na presença de Cristo. “A Igreja é o germe e o começo desde Reino. Suas chaves são confiadas a Pedro.
568 A Transfiguração de Cristo tem por finalidade fortificar a fé dos apóstolos em vista da Paixão: a subida à “elevada montanha” prepara a subida ao Calvário. Cristo, Cabeça da Igreja, manifesta o que seu Corpo contém e irradia nos sacramentos “a esperança da Glória” (Cl 1,27[a149] ).
569 Jesus subiu voluntariamente a Jerusalém, embora soubesse que lá morreria de morte violenta por causa da contradição por parte dos pecadores.
570 A entrada de Jesus em Jerusalém manifesta a vinda do Reino que o Rei-Messias, acolhido em sua cidade pelas crianças e pelos humildes de coração, vai realizar por meio da Páscoa de sua Morte e Ressurreição.

ARTIGO 4 :

“JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO”

571 O mistério pascal da Cruz e da Ressurreição de Cristo está no centro da Boa Nova que os apóstolos e a Igreja, na esteira deles, devem anunciar ao mundo. O projeto salvador de Deus realizou-se “uma vez por todas” (Hb 9,26) pela morte redentora de seu Filho, Jesus Cristo. (Parágrafo relacionado: 1067)
572 A Igreja permanece fiel à “interpretação de todas as Escrituras” dada por Jesus mesmo antes e também depois de sua Páscoa. “Não era preciso que Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória?” (Lc 24,26). Os sofrimentos de Jesus tomaram sua forma histórica concreta pelo fato de ele ter sido “rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas” (Mc 8,31), que o “entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado” (Mt 20,19). (Parágrafo relacionado: 599)
573 A fé pode, pois, tentar perscrutar as circunstâncias da Morte de Jesus, transmitidas  fielmente pelos Evangelhos e iluminadas por outras fontes históricas, para melhor compreender o sentido da Redenção. (Parágrafo relacionado: 158)
 

PARÁGRAFO I – JESUS E ISRAEL

574 Desde o início do ministério público de Jesus, fariseus e adeptos de Herodes, com sacerdotes e escribas, mancomunaram-se para matá-lo. Por causa de certos atos por ele praticados (expulsão de demônios, perdão dos pecados, curas em dia de sábado [a6] interpretação original dos preceitos de pureza da Lei, de pureza da Lei, familiaridade com os publicanos e com pecadores públicos), Jesus pareceu a alguns mal-intencionados, suspeito de possessão demoníaca. Ele é acusado de blasfêmia e de falso
profetismo, crimes religiosos que a Lei punia com a pena de morte sob forma de apedrejamento. (Parágrafos relacionados: 530,591)
575 Muitos atos e palavras de Jesus constituíram, portanto, um sinal de contradição” para as autoridades religiosas de Jerusalém – que o Evangelho de São João com freqüência denomina “os judeus” – mas ainda do que para o comum do povo de Deus. Sem dúvida, suas relações com os fariseus não foram exclusivamente polêmicas. São os fariseus que o previnem do perigo que corre. Jesus elogia alguns deles,
como o escriba de Mc 12,34, e repetidas vezes come com fariseus. Jesus confirma doutrinas compartilhadas por essa elite religiosa do povo de Deus: a ressurreição dos mortos, as formas de piedade (esmola, jejum e oração) e o hábito de dirigir-se a Deus como Pai, a centralidade do mandamento do amor a Deus e ao próximo. (Parágrafo relacionado: 993)
576 Aos olhos de muitos, em Israel, Jesus parece agir contra as instituições essenciais do Povo eleito: a submissão à Lei na integralidade de seus preceitos escritos e, para os fariseus, na interpretação da tradição oral; a centralidade do Templo de Jerusalém como lugar santo, em que Deus habita de forma privilegiada; a fé no Deus único, cuja glória nenhum homem pode compartilhar.

I. JESUS E A LEI

577 Jesus fez uma advertência solene no começo do Sermão da Montanha, em que apresentou a Lei dada por Deus no Sinai por ocasião da Primeira Aliança à luz da graça da Nova Aliança: Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento, porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo
seja realizado. Aquele, portanto, que violar um só destes menores mandamentos e ensinar os homens a fazerem o mesmo ser chamado o menor no Reino dos Céus; aquele, porém, que os praticar e os ensinar, esse será chamado grande no Reino dos Céus (Mt 5,17-19). (Parágrafos relacionados: 1965,1967)
578 Jesus, o Messias de Israel, portanto o maior no Reino dos Céus, tinha a obrigação de cumprir a Lei, executando-a em sua integridade até seus mínimos preceitos, segundo suas próprias palavras. Ele é o único que conseguiu cumpri-la com perfeição. Os judeus, conforme sua própria confissão, nunca conseguiram cumprir a Lei em sua integridade sem violar-lhe o mínimo preceito. Esta é a razão pela qual, em cada festa anual da Expiação, os filhos de Israel pedem a Deus perdão por suas transgressões da Lei. Com efeito, a Lei constitui um todo e, como recorda São Tiago, “aquele que guarda toda a Lei, mas desobedece a um só ponto, torna- se culpado da transgressão da Lei inteira” (Tg [a23] 2,10). (Parágrafo relacionado: 1953)
579 Esse princípio da integralidade da observância da Lei, não somente em sua letra, mas em seu espírito, era caro aos fariseus. Tomando-o extensivo a Israel, levaram muitos judeus do tempo de Jesus a um zelo religioso extremo. Este zelo extremo, se não quisesse envolver-se em uma casuística “hipócrita”, só podia preparar o povo para essa intervenção inaudita de Deus que será o cumprimento perfeito da Lei exclusivamente pelo Justo em lugar de todos os pecadores.
580 O cumprimento perfeito da Lei só podia ser obra do Legislador divino nascido sujeito à Lei na pessoa do Filho. Em Jesus, a Lei não aparece mais gravada nas tábuas de pedra, mas “no fundo do coração” (Jr 31,33) do Servo, o qual, pelo fato de “trazer fielmente o direito” (Is 42,3), se tornou “a Aliança do povo” (Is 42,6). Jesus cumpriu a Lei até o ponto de tomar sobre si “a maldição da Lei[a28] ” in quod illi incurrerant “qui non permanent in omnibus, quae scripta sunt, ut faciant ea”, na qual incorrerreram aqueles
que “não praticam todos os preceitos da mesma, pois “a morte de Cristo aconteceu para resgatar as transgressões cometidas no Regime da Primeira Aliança” (Hb 9, 15). (Parágrafo relacionado: 527)
581 Jesus apareceu aos olhos dos judeus e de seus chefes espirituais como um “rabi”. Com freqüência argumentou na linha da interpretação rabínica da Lei. Mas ao mesmo tempo Jesus só podia chocar os doutores da Lei, já que não se contentava em propor sua interpretação em pé de igualdade com as deles, senão que “ensinava como alguém que tem autoridade, e não como os escribas” (Mt 7,28-29).
Nele, é a mesma Palavra de Deus que tinha ressoado no Sinai para a Moisés a Lei escrita, que se faz ouvir novamente sobre o Monte Bem-aventuranças. Ela não abole a Lei, mas a cumpre, fornecendo de modo divino a interpretação última dela: “Aprendestes o que foi dito aos antigos… eu, porém, vos digo” (Mt 5,33-34).
Com esta mesma autoridade divina, Ele desabona certas “tradições humanas” dos fariseus que “invalidam a Palavra de Deus”. (Parágrafo relacionado: 2054)
582 Indo mais longe, Jesus cumpre a Lei a respeito da pureza dos alimentos, tão importante na vida diária judaica, revelando o sentido “pedagógico” dela por uma interpretação divina: “Tudo o que de fora, entrando no homem, não pode torná-lo impuro…” assim declarava puros todos os alimentos. “O que sai do homem, é isto que o torna impuro. Pois é de dentro, do coração dos homens, que as intenções malignas” (Mc
7,18-21). Ao dar com autoridade divina a interpretação definitiva da Lei, Jesus acabou confrontando-se com certos doutores da Lei que não aceitavam a interpretação da Lei dada por Jesus, apesar de garantida pelos sinais divinos que a acompanhavam. Isto vale particularmente para a questão do sábado: Jesus lembra, muitas vezes com argumentos rabínicos, que o descanso do sábado não é lesado pelo serviço de
Deus ou do próximo, executado por meio das curas operadas por Ele. (Parágrafos relacionados: 368,548,2173)
 

II. JESUS E O TEMPLO

583 Jesus, como os profetas anteriores a Ele, teve pelo Templo de Jerusalém o mais profundo respeito. Nele foi apresentado por José e Maria quarenta dias após seu nascimento. Com doze anos, decide ficar no Templo para lembrar a seus pais que deve dedicar-se às coisas de seu Pai. Durante os anos de sua vida oculta, subiu ao Templo a cada ano, no mínimo por ocasião da Páscoa; até seu ministério público foi ritmado por suas peregrinações a Jerusalém para as grandes festas judaicas. (Parágrafos relacionados: 529,534)
584 Jesus subiu ao Templo como lugar privilegiado de encontro com Deus. O Templo é para ele a morada de seu Pai, uma casa de oração, e se indigna pelo fato de seu átrio externo ter-se tornado um lugar de comércio. Se expulsa os vendilhões do Templo, é por amor zeloso a seu Pai. “Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio. Seus discípulos lembram-se do que está escrito: ‘O zelo por tua casa me devorará’ (Sl 69)” (Jo 2,16-17). Depois de sua Ressurreição, os apóstolos mantiveram um respeito religioso
pelo Templo. (Parágrafo relacionado: 2599)
585 Contudo, no limiar de sua Paixão, Jesus anunciou a ruína desse esplêndido edifício, do qual não restará mais pedra sobre pedra. Há aqui o anúncio de um sinal dos tempos finais que vão abrir-se com sua própria Páscoa. Esta profecia, porém, pode ser relatada de modo deformado por testemunhas falsas no momento do interrogatório de Jesus diante do sumo sacerdote, sendo-lhe atribuída como injúria quando ele foi pregado à cruz.
586 Longe de ter sido hostil ao Templo, local em que aliás, ministrou o essencial de seu ensinamento, Jesus fez questão de pagar o imposto do Templo, associando a este ato Pedro, que acabara de estabelecer como fundamento para sua Igreja futura. Mais ainda: identificou-se com o Templo ao apresentar-se como a morada definitiva de Deus entre os homens. Eis por que sua morte corporal decretada anuncia a destruição
do Templo, (destruição) que manifestará a entrada em uma nova era História da Salvação: “Vem a hora em que nem sobre esta montanha nem em Jerusalém adorareis o Pai” (Jo 4,21) (Parágrafos relacionados: 797,1179)

 

III. JESUS E A FÉ DE ISRAEL NO DEUS ÚNICO E SALVADOR

587 Se a Lei e o Templo de Jerusalém puderam ser ocasião de “contradição” da parte de Jesus para as autoridades religiosas de Israel, foi o papel dele na redenção dos pecados, obra divina por
excelência, que constituiu para elas a verdadeira pedra de escândalo.
588 Jesus escandalizou os fariseus ao comer com os publicanos e os pecadores com a mesma familiaridade com que comia com eles. Contra os que, dentre os fariseus, estavam “convencidos de serem justos e desprezavam os outros” (Lc 18,9[a61] ), Jesus afirmou: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento” (Lc 5,32). Foi mais longe ao proclamar diante dos fariseus que, sendo o pecado universal, os que pretendem não necessitar de salvação estão cegos para sua própria cegueira.
(Parágrafos Relacionados 545)
589 Jesus escandalizou sobretudo porque identificou sua conduta misericordiosa para com os pecadores com a atitude do próprio Deus para com eles. Chegou ao ponto de dar a entender que, partilhando a mesa dos pecadores, os estava admitindo ao banquete messiânico. Mas foi particularmente ao perdoar os pecados que Jesus deixou as autoridades religiosas de Israel diante de um dilema. Foi isto que disseram com razão, cheios de espanto: Só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2,7). Ao perdoar os
pecados, ou Jesus blasfema – pois é um homem que se iguala a Deus -, ou diz a verdade, e sua pessoa torna presente e revela o Nome de Deus. (Parágrafos Relacionados 431,1441,432)
590 Somente a identidade divina da pessoa de Jesus pode justificar uma exigência tão absoluta quanto esta: “Aquele que não está comigo está contra mim” (Mt 12,30); assim, também, quando diz que nele está “mais do que Jonas… mais do que Salomão” (Mt 12,41-42), “mais do que o Templo”; ou quando lembra, referindo-se a si mesmo, que Davi chamou o Messias de seu Senhor[a70] , ao a firmar “Antes que Abraão fosse, Eu Sou” (Jo 8,58); e até “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30). (Parágrafo Relacionado 253)
591 Jesus pediu às autoridades religiosas de Jerusalém que cressem nele por causa das obras de seu Pai que ele realiza. Tal ato de fé tinha de passar, no entanto, por uma misteriosa morte de si mesmo em vista de um novo “nascimento do alto”, sob o impulso da graça divina. Essa exigência de conversão ante um cumprimento tão surpreendente das promessas permite compreender o trágico desprezo do sinédrio ao estimar que Jesus merecia a morte como blasfemo. Seus membros agiam assim por “ignorância” e ao mesmo tempo pelo “endurecimento” da “incredulidade”. (Parágrafos Relacionados 526,574)
 

RESUMINDO

592 Jesus não aboliu a Lei do Sinai, mas a cumpriu com tal perfeição que revela seu sentido último e resgata as transgressões contra ela.
593 Jesus venerou o Templo, subindo a ele nas festas judaicas de peregrinação, e amou com amor cioso esta morada de Deus entre os homens. O Templo prefigura seu próprio mistério. Se anuncia a destruição do Templo, é como manifestação de sua própria morte e da entrada em uma nova era da História da Salvação, na qual seu Corpo será o Templo definitivo.
594 Jesus realizou atos como o perdão dos pecados – que o manifestaram como o próprio Deus Salvador. Alguns judeus, não reconhecendo o Deus feito homem e vendo nele um homem que se faz Deus”, julgaram-no blasfemo.
Jesus Cristo
Que Deus os abençoe!


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Santo do dia- 28 de Março- Santa Gisela

Louvado seja O Nosso Senhor Jesus Cristo!
A Paz de Cristo e o amor de Maria irmãos!

Hoje, dia 28 de Março, celebramos a Quinta-feira Santa, preparando-nos para a santa ceia com o Senhor!

É hoje também o dia de Santa Gisela, rainha e abadessa Era filha do duque bávaro, Henrique (O Briguento) e de Gisela de Barganha. Em 1096 os emissários de Geiza da Hungria vieram a sua casa, para alegria de seus pais, pedir sua mão em casamento. Gisela que se houvera consagrado a Deus no íntimo de seu coração não conseguiu alterar esta situação e assim mudou-se para a corte principesca húngara. Porem sua meta continuava a ser a de levar todo o povo para Cristo. Gisela foi coroada e ungida como primeira rainha cristã dos húngaros e com ela, seu marido Estevão que se converteu ao cristianismo por sua influência. Gisela ajudou na construção e nos reparos de Igrejas, construiu a Catedral de Vezprim para a qual doou ricos feudos. Mandou vir escultores da Grécia para embelezarem as Igrejas. Porém passou por grandes sacrifícios. Perdeu a primeira filha e, logo depois, o filho. Outras duas filhas se casaram e jamais as reviu por partirem para terras muito distantes. Seu filho Américo, que deveria suceder-lhe no trono real, também faleceu. Mais tardetambém ele foi canonizado pela sua santidade.

20130328-131154.jpg

Busquemos a santidade irmãos, pois a santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)

Deus os abençoe!

Cássia Akiko Kawamura


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Confiemos na doçura do perdão de Jesus- Papa Francisco

Paz de Cristo irmãos! Papa Francisco na missa desta
Terça-feira Santa: confiemos na doçura do perdão de Jesus

20130328-080241.jpg Cidade do Vaticano (RV) – Abrir o coração à doçura
do perdão de Deus: foi o convite de Francisco na homilia da missa
que o Pontífice presidiu na manhã desta terça-feira na “Casa Santa
Marta”, no Vaticano, com a participação dos hóspedes da “Domus”.
Todo homem vive a “noite do pecador”, disse o Santo Padre, mas
Jesus tem uma “carícia” para todos. Quando Judas sai do Cenáculo
para concretizar a traição a Jesus, fora “é noite” – refere o
evangelista João. Partiu dessa observação ambiental a breve
reflexão do Papa Francisco, que depois buscou sondar profundamente
a consciência humana. A noite que envolve Judas, observou, é também
a noite em que tateia o seu coração. É a noite pior, afirmou, a
“noite do corrupto”, uma “noite definitiva, quando o coração se
fecha” num modo “que não sabe, não quer sair” de si. Ao invés,
prosseguiu, é diferente “a noite do pecador”, uma noite
“provisória” que, ressaltou Francisco, nós todos “conhecemos”.
Quantos dias tivemos desta noite, quantos “tempos quando a ‘noite’
chega e tudo é escuridão no coração…”, insistiu. Em seguida,
acrescentou, a esperança se dilata e nos impele a um novo encontro
com Jesus. “Não temos medo” desta “noite do pecador”, reiterou. “A
coisa mais bonita é dizer o nome do pecado”, confessando-o, e assim
fazer a experiência de São Paulo que afirmava “que a sua glória era
Cristo crucificado em seus pecados. Por qual motivo? Porque ele, em
seus pecados, encontrou Cristo crucificado que o perdoava”. A
realidade do perdão – ou melhor, segundo a leitura do dia, “o
saborear a doçura do perdão” – foi a segunda realidade sobre a qual
o Papa Francisco desenvolveu a sua homilia. “Em meio à ‘noite’, às
muitas ‘noites’, aos tantos pecados que nós cometemos, porque somos
pecadores, há sempre – assegurou – aquela carícia do Senhor” que
permite dizer: “esta é a minha glória. Sou um pobre pecador, mas Tu
és o meu Salvador!” Recordando o olhar com o qual Jesus perdoou
Pedro após este renegá-Lo, o Papa concluiu com um convite a se
“abrir o coração e saborear a doçura do perdão”: “Pensemos como é
bonito ser santos, mas também como é bonito ser perdoados (…)
Tenhamos confiança neste encontro com Jesus” e “na doçura de seu
perdão”. (RL)

20130328-075951.jpg Alegremo-nos! Pois está perto a pasco de Cristo e
junto Dele a Nossa Salvação! Obrigado Senhor meu teu infinito amor
por nós! Fiquem com Deus e que Nossa Senhora os cubra com teu manto
sagrado! Fonte: radiovaticana


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Papa Francisco, novo Bispo de Roma

Pax Christ amados irmãos!

É com grande alegria que viemos dar as boas-vindas ao novo sucessor de Pedro, Papa Francisco!

A escolha feita com a ação do Espirito Santo surpreendeu a todos que seguiam as notícias segundo a midia secular, que tão pouco conhece do rebanho de Cristo.

As primeiras palavras do Santo Padre já emocionaram à todas as ovelhas que esperavam ansiosas pelo novo Bispo de Roma.

“Queridos irmãos e irmãs, boa tarde, como vocês sabem os cardeais no conclave têm que encontrar um bispo para Roma, e parece que os irmãos cardeais o procuraram quase no fim do mundo, mas estamos aqui. Agradeço-lhes a acolhida à comunidade diocesana de Roma como seu bispo.

Em primeiro lugar queria fazer uma oração pelo nosso bispo emérito Bento XVI, rezemos todos juntos para que o Senhor o abençoe e a Virgem o proteja.

Desejo a todos que este caminho de Igreja que começamos hoje e no qual me ajudará o cardeal vigário aqui presente, seja fecundo para a evangelização (Aplausos).

E agora eu gostaria de dar a bênção – disse o Santo Padre – ainda que antes, peço-lhes um favor: antes de que o bispo abençoe o povo, peço-lhes que rezem ao Senhor para que me abençoe. Porque é a oração do povo pedindo a benção para o seu bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim”.

Mostrou-se humilde perante a vontade de Deus, grato ao seu antecessor, nosso amado Papa Emerito Bento XVI, e amável ao seu rebanho.

“Agora vos darei a benção, a vós e a todos os homens e mulheres de boa vontade.
Irmãos e irmãs, vos deixo, muito obrigado pela acolhida, rezem por mim e até logo, nos vemos em breve. Amanhã quero rezar à Nossa Senhora, para que proteja toda Roma. Boa noite e bom descanso”.

Foi escolhido no dia  13, dia de Nossa Senhora, Santíssima Mãe de Deus! Fez bem lembrar, pois então, de Maria já que somos todos gerados nela para chegar até  Cristo! Rogai por nós oh Nossa Senhora e pelo nosso Novo Papa.

É maravilhoso ver como Deus sabe do que precisamos! Nestes momentos tão marcados por acusações contra a Santa  Igreja, momentos onde as familias perdem seu significado e valor real, momentos onde onde se luta para liberar o aborto e tantas outras coisas que destroem a dignidade da vida humana. São em momentos assim que Deus nos mostra mais uma vez sua fidelidade e nos envia um servo que luta fortemente contra as autoridades locais em questões como o aborto, matrimonio homossexual e a liberalização das drogas.
Foi enviado a nós um Papa que está próximo às classes menos favorecidas, que nos pede  ”para testemunhar e demonstrar interesse pelo irmão” porque a cultura do encontro “nos faz irmãos, nos faz filhos, e não membros de uma ONG ou prosélitos a favor de uma multinacional”.
Advertiu que seu país “não se sedimentou com delírios de grandeza desafiantes”, e convidou a ir “além das diferenças”. Criticou a falta de “humildade” dos governantes e a “inconstância” como sendo falta de valor “que carece de alguma proposta.”
É este o escolhido por Deus neste momento para nos guiar, então é a este grande servo que o nosso coração amará de agora em diante como verdadeiro Pastor do Império Petrino!

Seja bem-vindo, desde já, amado e Santo Papa Francisco!

 

Continuemos a rezar constantemente pela Igreja de Cristo, a noiva que agora recebe um novo Papa.
Confiemos no Santo Papa Francisco que guiará a nós, o rebanho de Deus, a partir de agora!

Oremos:

Pater noster, qui es in caelis Sanctificétur nomen tuum: Advéniat regnum tuum: Fiat voluntas tua, sicut in caelo, et in terra.Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie : Et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris.Et ne nos indúcas in tentatiónem. Sed líbera nos a malo. Amen

 

Fiquem com Deus meus irmãos!

 

Cássia Akiko Kawamura

 

 


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Carta aos jovens- Dom Bosco

Pax Christ irmãos!

Encontrei esta linda carta que foi escrita por Dom Bosco e é direcionada aos jovens.
Leiamos atentamente e guardemos estas palavras em nossos corações.

O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens.

A primeira artinha do demônio consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste, sem nenhum divertimento ou prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer quais são os verdadeiros divertimentos e prazeres para que vocês possam exclamar como o santo profeta Davi: “Sirvamos ao Senhor na santa alegria”.

A segunda artimanha do demônio consiste em fazê-los conceber a falsa esperança de uma longa vida que permite converter-se na velhice ou na hora da morte. Prestem atenção, meus caros jovens, muitos se deixaram prender por esta mentira. Quem nos garante que chegaremos à velhice? Mas a vida e a morte estão entre as mãos de Deus que dispõe de tudo a seu bel-prazer.

E mesmo se Deus lhes concedesse uma longa vida, escutai, entretanto, sua advertência: “o caminho do homem começa na juventude, ele o segue na velhice até a morte”. Ou seja, se jovens começamos uma vida exemplar, seremos exemplares na idade adulta, nossa morte será santa e nos fará entrar na felicidade eterna.

Se, pelo contrário, os vícios começam a nos dominar desde a juventude, é muito provável que eles nos manterão em escravidão por toda a nossa vida, até a morte. Triste prelúdio a uma eternidade terrível.

Para que esta infelicidade não lhes aconteça, eu lhes apresento um método de vida alegre e fácil, mas que lhes bastará para se tornarem a consolação de seus pais, a honra de pátria de vocês, bom cidadãos da terra, em seguida felizes habitantes do céu…

Meus caros jovens, eu os amo de todo o meu coração e basta-me que vocês sejam jovens para que eu os ame extraordinariamente. Eu lhes garanto que vocês encontrarão livros que lhes foram dirigidos pelas pessoas mais virtuosas e sábias em muitos pontos, mas, dificilmente, vocês poderão encontrar alguém que os ame mais do que eu, em Jesus Cristo, e lhes deseja mais a felicidade.

Conservem no coração o tesouro da virtude, porque possuindo-o vocês têm tudo, mas se o perderem, tornar-se-ão os homens mais infelizes do mundo. Que o Senhor esteja sempre com vocês e que Ele lhes conceda seguir os simples conselhos presentes, para que possam aumentar a glória de Deus e obter a salvação da alma, fim supremo para o qual fomos criados. Que o Céu lhes dê longos anos de vida feliz e que o santo temor de Deus seja sempre a grande riqueza que os cumule de bens celestes aqui e por toda a eternidade.

Vivam contentes e que o Senhor esteja com vocês. Seu muito afeiçoado em Jesus Cristo”.

Dom Bosco, presbítero
Fonte: http://dominnus.wordpress.com/
Deus os abençoe irmãos!


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Conheça um pouco da vida do Papa Francisco

Republicação de Dominus Vobiscum:

Clique para visitar o post original

Alegre-se Igreja Católica Apostólica Romana! Temos um novo Papa: Francisco! Acabei de ver suas primeiras palavras e assim que puder irei comentá-las! Mas antes vamos falar um pouco da história deste homem que ocupará a missão que Jesus confiou a Pedro e aos seus sucessores!

Jorge Bergoglio nasceu em Buenos Aires, um dos cinco filhos de um trabalhador ferroviário italiano e sua esposa.

Leia mais… 473 mais palavras

Habemus Papam! Conheçamos melhor o mais novo Sucessor de Pedro, Santo Papa Francisco!


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O que rezar durante a Sé vacante?

A Paz de Cristo e o amor de Maria irmãos!

Durante o período de Sé vacante, a Igreja é convidada a rezar pela eleição do Sucessor de Pedro. A Missa, como principal oração dos católicos, pode ser celebrada especialmente nesta intenção.
Missal Romano dispõe de orações próprias para o período (Orações do Missal Romano, para o período de Sé vacante, estão na pág. 885).

Para celebrar a Missa votiva pelo Conclave é necessário pedir autorização do bispo diocesano. Os formulários das celebrações para as diversas necessidades só podem ser usados nos dias de semana do período quaresmal com a devida licença episcopal. (cf. Instrução Geral do Missal Romano, n. 374).

Conheça as orações da Igreja para a eleição do Papa que também podem ser rezadas particularmente pelos fiéis.

Antífona de entrada (1 Sm 2, 35)
Farei surgir um sacerdote fiel,
que agirá segundo o meu coração e minha vontade.
Eu lhe darei uma casa que permaneça para sempre
e ele caminhará na minha presença todos os dias

Oração do dia
Ó Deus, pastor eterno,
Que governais o vosso rebanho com solicitude constante,
No vosso amor de Pai
Concedei à Igreja um pastor que vos agrade pela virtude
E que vele solícito sobre nós.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Na unidade do Espírito Santo.

Sobre as oferendas
Ó Deus, sede compassivo para conosco,
e dai-nos, pelas oferendas que vos apresentamos,
a alegria de ver à frente de vossa Igreja
um pastor do vosso agrado.
Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da comunhão (Jo 15, 16)
Fui eu que vos escolhi e enviei
para produzirdes fruto,
e o vosso fruto permaneça, diz o Senhor.

Depois da comunhão
Refeitos, ó Deus,
pelo sacramento do corpo e do sangue de vosso Filho,
dai-nos a alegria de possuir um pastor
que dirija o vosso povo no caminho da virtude
e faça penetrar em seu coração a verdade do evangelho.
Por Cristo, nosso Senhor.

(Extraídas do Missal Romano, pág. 885)

Que o rebanho de Cristo se una em oração! Deus os abençoe!

 

fonte: Canção Nova

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